domingo, 11 de abril de 2010
Devassa recorre às redes sociais para salvar imagem.
A Cervejaria Devassa BH enfrentou uma avalanche de e-mails de consumidores na última semana. Tudo por causa de uma mensagem espalhada na internet que propunha um boicote à filial localizada em Belo Horizonte. O texto, que reclamava do atendimento ao consumidor da loja, rapidamente se tornou um “viral” e alarmou a empresa.
Inaugurada em setembro do ano passado, a Cervejaria Devassa BH é a franquia com o maior índice de consumo de chopp da rede, com uma média de 20 mil litros por mês. Em dias de pico, como sexta-feira e sábado, a casa recebe entre 900 e 1000 pessoas. Nos dias normais, o estabelecimento acolhe de 300 a 500 pessoas. A crise do viral apanhou a empresa de supresa.
"No mesmo dia em que recebi o e-mail com as reclamações, conversei com os responsáveis pela filial de Belo Horizonte para definir o planejamento e o que deveria ser feito", conta Francisco Duarte, presidente da Sonar Serviços e Franquias, empresa que gerencia as franquias da Devassa e porta-voz da filial de BH.
Duarte explica que todas as franquias respondem a uma mesma orientação sobre como gerenciar crises e tomar decisões. Em casos como o da filial de Belo Horizonte, rapidez e atitude são consideradas cruciais pela empresa para evitar que sua imagem fique manchada.
Em menos de uma semana, a empresa apurou os fatos, demitiu os maus funcionários e treinou a equipe de atendimento, além de responder a todas as mensagens recebidas e enviar um comunicado à imprensa esclarecendo todas as providências tomadas para melhorar o atendimento. "Nossa política é ouvir, apurar, responder com velocidade e atuar de forma leal para evitar problemas futuros", completa Duarte.
Para ele, a atuação da empresa na internet e nas redes sociais é um diferencial na hora de lidar com o público consumidor. As principais ferramentas de alcance da empresa são Twitter, Facebook, Orkut e blogs.
Tá esperando o quê pra cair na rede?
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Temporal no RJ causa chuva de posts no Twitter
O caos que vive o Rio de Janeiro por causa das chuvas é um dos temas mais comentados nesta quarta-feira no Twitter e assunto obrigatório em outras redes sociais. Sob os tópicos "chuvasnorio" e "caosnorio", centenas de brasileiros comentam a situação na cidade após mais de 20 horas de chuvas que já deixaram mais de 130 mortos.
Quase um milhão de posts tratam do tema, e grande parte usa um tom bastante irônico, cita a agência France Presse. "Prevejo uma torrente de espetáculos nas Olimpíadas e na Copa do Mundo no Brasil", escreveu um dos twitteiros, lembrando que o Rio será sede dos dois eventos esportivos em 2016 e 2014.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Redes e networking: uma relação que dá muito certo!
Depois das redes sociais profissionais, como o LinkedIn, uma outra tendência começa a ganhar força na web 2.0: as voltadas para áreas específicas. Em vez de reunirem pessoas de diversos segmentos de atuação, elas concentram trabalhadores de um mesmo ramo- tecnologia da informação e relações públicas, por exemplo. Para profissionais, os benefícios vêm em duas formas.
Uma na troca de informação sobre novidades da área e outra na ampliação da rede de contatos. "A tendência é que esses ambientes proliferem", afirma Augusto de Franco, especialista em redes sociais. A explicação para esse crescimento, completa Marcelo Lagrotta, 42, consultor da M.Lagrotta Consulting, está na segmentação. "O LinkedIn é mais abrangente.
Já as redes segmentadas permitem que o profissional dê visibilidade a suas ideias e divulgue portfólios e projetos", compara. Lagrotta criou, em 2009, o Mercado Broadsports (http://mercadoboardsports.ning.com), uma rede social que hoje conta com 646 profissionais das áreas de surfe e skate. "Havia muita dispersão de talentos e oportunidades."
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Uma na troca de informação sobre novidades da área e outra na ampliação da rede de contatos. "A tendência é que esses ambientes proliferem", afirma Augusto de Franco, especialista em redes sociais. A explicação para esse crescimento, completa Marcelo Lagrotta, 42, consultor da M.Lagrotta Consulting, está na segmentação. "O LinkedIn é mais abrangente.
Já as redes segmentadas permitem que o profissional dê visibilidade a suas ideias e divulgue portfólios e projetos", compara. Lagrotta criou, em 2009, o Mercado Broadsports (http://mercadoboardsports.ning.com), uma rede social que hoje conta com 646 profissionais das áreas de surfe e skate. "Havia muita dispersão de talentos e oportunidades."
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Twitter, Orkut e outros nas eleições
Rádio e jornal, com certeza. Televisão, nem se fala. As mídias tradicionais devem continuar influenciando o voto do eleitor no Espírito Santo. Contudo, terão que abrir espaço para as novas mídias digitais que progressivamente vão despertando o interesse das pessoas e as mobilizando no espaço virtual, sobretudo quando se trata dos mais jovens.
Essa é a tendência revelada por um dado da pesquisa Futura. Segundo o levantamento, metade dos eleitores capixabas considera que as chamadas redes sociais (como Orkut, Twitter e blogs) são boas ferramentas de campanha para os candidatos. A opinião foi manifestada por 49,9% dos 800 eleitores ouvidos, contra 36,6% que entendem o contrário.
Outro dado extraído da amostra indica ainda mais claramente que as redes sociais vieram mesmo para ficar: ao se estratificar os resultados de acordo com a idade dos entrevistados, percebe-se nitidamente que, quanto mais jovens são os eleitores, maior a importância que eles tendem a atribuir às redes sociais como instrumentos de campanha.
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Essa é a tendência revelada por um dado da pesquisa Futura. Segundo o levantamento, metade dos eleitores capixabas considera que as chamadas redes sociais (como Orkut, Twitter e blogs) são boas ferramentas de campanha para os candidatos. A opinião foi manifestada por 49,9% dos 800 eleitores ouvidos, contra 36,6% que entendem o contrário.
Outro dado extraído da amostra indica ainda mais claramente que as redes sociais vieram mesmo para ficar: ao se estratificar os resultados de acordo com a idade dos entrevistados, percebe-se nitidamente que, quanto mais jovens são os eleitores, maior a importância que eles tendem a atribuir às redes sociais como instrumentos de campanha.
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terça-feira, 23 de março de 2010
Feliz Aniversário Twitter!
A rede social do passarinho celebrou quatro anos logo no início da Primavera. O primeiro post foi publicado a 21 de Março de 2006, por Jack Dorsey, co-fundador do site.
Parco em palavras, em linha com o máximo de 140 caracteres das mensagens aceites pela rede social, Jack Dorsey disse apenas «Estou configurando meu twitter», no dia de lançamento.
Com mais de 10 mil milhões de twittes contabilizados, a rede social chega agora a ter 50 milhões de mensagens escritas por dia.
O chilrear do passarinho azul veio para ficar. Mas mesmo assim não está imune a ataques de spam. O último ocorreu agora, logo em altura de comemoração e atraiçoou os utilizadores, durante dois dias. Através de solicitações encobertas aos «clientes» do Twitter, o spam tinha em vista resgatar dados pessoais, segundo o portal de tecnologia «iTech Report».
Ainda assim, o aniversário da rede social fica marcado por um crescimento expressivo nos últimos quatro anos. Twittar está na moda e em qualquer idioma. Apesar de o Inglês contabilizar 50% das mensagens, a Língua Portuguesa já é a terceira mais twittada.
Parco em palavras, em linha com o máximo de 140 caracteres das mensagens aceites pela rede social, Jack Dorsey disse apenas «Estou configurando meu twitter», no dia de lançamento.
Com mais de 10 mil milhões de twittes contabilizados, a rede social chega agora a ter 50 milhões de mensagens escritas por dia.
O chilrear do passarinho azul veio para ficar. Mas mesmo assim não está imune a ataques de spam. O último ocorreu agora, logo em altura de comemoração e atraiçoou os utilizadores, durante dois dias. Através de solicitações encobertas aos «clientes» do Twitter, o spam tinha em vista resgatar dados pessoais, segundo o portal de tecnologia «iTech Report».
Ainda assim, o aniversário da rede social fica marcado por um crescimento expressivo nos últimos quatro anos. Twittar está na moda e em qualquer idioma. Apesar de o Inglês contabilizar 50% das mensagens, a Língua Portuguesa já é a terceira mais twittada.
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domingo, 21 de março de 2010
Mais de 4 horas nas redes sociais!
Internautas de dez países, incluindo o Brasil, passaram 5,5 horas em redes sociais durante o mês de fevereiro, de acordo com dados divulgados nesta sexta pela Nielsen Company. Esse número representa duas horas a mais de navegação em redes sociais em comparação ao mesmo período de 2009.
No geral, a audiência única de redes sociais cresceu 30%, de 244,2 milhões para 314,5 milhões de usuários de um ano para outro. A média de usuários únicos ativos nos Estados Unidos passou de 115 milhões para 149 milhões. Os três primeiros colocados da lista (Itália, Austrália e EUA) mostram mais de seis horas mensais com acesso a redes sociais, seguidos por Reino Unido (5h50), Espanha (4h50), Brasil (4h27), França (4h12), Alemanha (3h47), Suíça (3h26) e Japão (2h37).
Segundo a Nielsen, o Facebook é a rede social mais usada nos dez países pesquisados, com usuários que mais passam tempo usando seus recursos: a média global é de 5h52, contra 59 minutos do MySpace, 36 minutos do Twitter e 12 minutos no LinkedIn.
E você? Tá esperando o quê pra cair na rede?
No geral, a audiência única de redes sociais cresceu 30%, de 244,2 milhões para 314,5 milhões de usuários de um ano para outro. A média de usuários únicos ativos nos Estados Unidos passou de 115 milhões para 149 milhões. Os três primeiros colocados da lista (Itália, Austrália e EUA) mostram mais de seis horas mensais com acesso a redes sociais, seguidos por Reino Unido (5h50), Espanha (4h50), Brasil (4h27), França (4h12), Alemanha (3h47), Suíça (3h26) e Japão (2h37).
Segundo a Nielsen, o Facebook é a rede social mais usada nos dez países pesquisados, com usuários que mais passam tempo usando seus recursos: a média global é de 5h52, contra 59 minutos do MySpace, 36 minutos do Twitter e 12 minutos no LinkedIn.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
O Estadão e as redes sociais
A partir de hoje, o site do Estadão muda profundamente. A navegação está mais clara, o design puxa pela elegância, vídeos e fotografias ganharam destaque. O novo site agora poderá ser acessado tanto pelo estadão.com.br quanto pelo estadao.com.br (com ou sem til), ou ainda pelo estadao.com - neste caso, sem o til.
Ele se aproxima das redes sociais e ressalta um arrojado processo de integração das redações, comum nos Estados Unidos e na Europa, mas único no Brasil. "A integração ocorre quando, na redação, as fronteiras entre papel e online se dissolvem", explica o editor-chefe de Conteúdos Digitais, Pedro Doria. "Os jornalistas do Estado contribuem para o estadão.com.br e os do site publicam no jornal. Ler um é como ler o outro, duas versões diferentes do mesmo produto. Uma de olho no minuto a minuto, a outra na bem cuidada edição diária, ambas ricas em noticiário e análise."
"As redações trabalham com alto nível de integração e com visão multiproduto e multiplataforma", diz Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo.
A página inicial do novo site traz ao Brasil o conceito europeu de organização. Logo na entrada, o leitor encontra duas colunas, uma com o noticiário mais importante, outra com tudo o que é interessante.
Assim, o estadão.com.br rompe o conceito de portal, ainda em voga no Brasil, porém já ultrapassado no exterior. É um site que serve para informar, mas que não deseja confinar leitores num único ponto da internet. Foi construído para se integrar às mídias sociais e estimular circulação de informação pela rede, via Twitter, Facebook, Orkut, e-mail ou blogs.
Por conta do investimento feito no Twitter, o estadão.com.br já conta com 40 mil seguidores. E o Twitter já é a segunda fonte de acessos externos ao site, perdendo para o Google, mas ganhando de outros sistemas de busca.
O empenho dedicado às mídias sociais se mostra também no número de blogs, que dobrou nos últimos meses e deve triplicar até o fim do semestre.
Blogs têm dupla importância em um site noticioso. É onde jornalistas especializados podem escrever com mais liberdade sobre seus temas - da psiquiatria à tecnologia, seja em Nova York ou Pequim. É também onde a conversa entre jornalistas e leitores é mais intensa.
A internet é também uma oportunidade de relatar histórias de maneiras inimagináveis no papel. Contando com uma equipe de fotógrafos composta pelos melhores do País, o site abre espaço para a publicação de fotografias em quantidade e ensaios dos mais sofisticados no blog Olhar sobre o Mundo.
A TV Estadão é outra que ganha espaço na home. Filmando no estúdio no meio da redação ou indo até os entrevistados, servirá de canal para especialistas e autoridades. A variedade de vídeos se ampliará neste ano, com a criação de programas transmitidos ao vivo.
O novo design gráfico é de responsabilidade da Cases i Associats, empresa que também redesenhou o jornal. São projetos irmãos, pensados em conjunto para que se completem. O resultado permite dar destaque à apresentação dos infográficos multimídia, animados, um dos sinais de qualidade do estadão.com.br.
Copa e eleições. O ano de 2010 é especial. Tem Copa do Mundo seguida de eleições presidenciais. Em 2008, nos Estados Unidos, o público correu para a rede com objetivo de saber a respeito de um pleito particularmente competitivo. No Brasil, não será diferente. A cobertura de futebol e política terá destaque no novo site - assim como, desde fevereiro, economia tem seu próprio espaço.
Para Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado, a internet tem de oferecer conteúdos múltiplos para um público cada vez mais amplo. Isso permite também um modelo misto de negócios. "Um pedaço importante do site deve ser aberto a esse público. E outros pedaços podem ser fechados. Os usuários perceberão o valor diferenciado desses conteúdos fechados e se disporão a pagar quantias não tão altas", acredita Genesini. "Esta tem sido a tendência nas grandes empresas de comunicação do mundo. Claro que nada disso pode ser feito de forma radical ou imposta, isso se dá com testes progressivos. Mas é para esse caminho que estamos seguindo."
Ele se aproxima das redes sociais e ressalta um arrojado processo de integração das redações, comum nos Estados Unidos e na Europa, mas único no Brasil. "A integração ocorre quando, na redação, as fronteiras entre papel e online se dissolvem", explica o editor-chefe de Conteúdos Digitais, Pedro Doria. "Os jornalistas do Estado contribuem para o estadão.com.br e os do site publicam no jornal. Ler um é como ler o outro, duas versões diferentes do mesmo produto. Uma de olho no minuto a minuto, a outra na bem cuidada edição diária, ambas ricas em noticiário e análise."
"As redações trabalham com alto nível de integração e com visão multiproduto e multiplataforma", diz Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo.
A página inicial do novo site traz ao Brasil o conceito europeu de organização. Logo na entrada, o leitor encontra duas colunas, uma com o noticiário mais importante, outra com tudo o que é interessante.
Assim, o estadão.com.br rompe o conceito de portal, ainda em voga no Brasil, porém já ultrapassado no exterior. É um site que serve para informar, mas que não deseja confinar leitores num único ponto da internet. Foi construído para se integrar às mídias sociais e estimular circulação de informação pela rede, via Twitter, Facebook, Orkut, e-mail ou blogs.
Por conta do investimento feito no Twitter, o estadão.com.br já conta com 40 mil seguidores. E o Twitter já é a segunda fonte de acessos externos ao site, perdendo para o Google, mas ganhando de outros sistemas de busca.
O empenho dedicado às mídias sociais se mostra também no número de blogs, que dobrou nos últimos meses e deve triplicar até o fim do semestre.
Blogs têm dupla importância em um site noticioso. É onde jornalistas especializados podem escrever com mais liberdade sobre seus temas - da psiquiatria à tecnologia, seja em Nova York ou Pequim. É também onde a conversa entre jornalistas e leitores é mais intensa.
A internet é também uma oportunidade de relatar histórias de maneiras inimagináveis no papel. Contando com uma equipe de fotógrafos composta pelos melhores do País, o site abre espaço para a publicação de fotografias em quantidade e ensaios dos mais sofisticados no blog Olhar sobre o Mundo.
A TV Estadão é outra que ganha espaço na home. Filmando no estúdio no meio da redação ou indo até os entrevistados, servirá de canal para especialistas e autoridades. A variedade de vídeos se ampliará neste ano, com a criação de programas transmitidos ao vivo.
O novo design gráfico é de responsabilidade da Cases i Associats, empresa que também redesenhou o jornal. São projetos irmãos, pensados em conjunto para que se completem. O resultado permite dar destaque à apresentação dos infográficos multimídia, animados, um dos sinais de qualidade do estadão.com.br.
Copa e eleições. O ano de 2010 é especial. Tem Copa do Mundo seguida de eleições presidenciais. Em 2008, nos Estados Unidos, o público correu para a rede com objetivo de saber a respeito de um pleito particularmente competitivo. No Brasil, não será diferente. A cobertura de futebol e política terá destaque no novo site - assim como, desde fevereiro, economia tem seu próprio espaço.
Para Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado, a internet tem de oferecer conteúdos múltiplos para um público cada vez mais amplo. Isso permite também um modelo misto de negócios. "Um pedaço importante do site deve ser aberto a esse público. E outros pedaços podem ser fechados. Os usuários perceberão o valor diferenciado desses conteúdos fechados e se disporão a pagar quantias não tão altas", acredita Genesini. "Esta tem sido a tendência nas grandes empresas de comunicação do mundo. Claro que nada disso pode ser feito de forma radical ou imposta, isso se dá com testes progressivos. Mas é para esse caminho que estamos seguindo."
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Como entender a importância das mídias sociais? Um desafio para as empresas.
Na última edição da Época Negócios, participamos da matéria “No rastro do boca a boca”, que destacou um desafio que as empresas enfrentam atualmente sem saber a maneira correta de superá-lo: como saber o que é falado nas mídias sociais sobre um produto ou uma marca? Qual é a relevância disso?
As redes sociais possibilitam que o usuário (que é também consumidor) tenha um espaço livre para dar sua opinião sobre produtos e marcas que, de alguma forma, fazem parte da sua vida. E, o maior medo das empresas hoje em dia é verem-se “na boca do povo” por causa de um comentário negativo feito através da web. Nas mídias sociais, as opiniões se disseminam muito rápido e, podem acreditar, uma empresa pode sair muito prejudicada com isso.
Aqui no blog já citamos inúmeros exemplos de companhias que não souberam usar as mídias sociais a seu favor. Na matéria da Época Negócios, ressaltamos a importância disso. Podemos dizer, inclusive, que é um diferencial definitivo até mesmo para vencer a concorrência. O usuário é consumidor e quer ser ouvido. Por isso, é imprescindível que, de alguma forma, a empresa esteja atenta ao que ele está falando. Nesse caso, as consequências serão constatadas na forma de lucro ou de prejuízo.
As redes sociais possibilitam que o usuário (que é também consumidor) tenha um espaço livre para dar sua opinião sobre produtos e marcas que, de alguma forma, fazem parte da sua vida. E, o maior medo das empresas hoje em dia é verem-se “na boca do povo” por causa de um comentário negativo feito através da web. Nas mídias sociais, as opiniões se disseminam muito rápido e, podem acreditar, uma empresa pode sair muito prejudicada com isso.
Aqui no blog já citamos inúmeros exemplos de companhias que não souberam usar as mídias sociais a seu favor. Na matéria da Época Negócios, ressaltamos a importância disso. Podemos dizer, inclusive, que é um diferencial definitivo até mesmo para vencer a concorrência. O usuário é consumidor e quer ser ouvido. Por isso, é imprescindível que, de alguma forma, a empresa esteja atenta ao que ele está falando. Nesse caso, as consequências serão constatadas na forma de lucro ou de prejuízo.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Em breve, site novo...
Em muito breve estaremos com o site novo no ar. Mas você pode e deve continuar acompanhando as novidades postadas em nosso blog.
Todos os cadastrados em nosso mailing serão avisados via e-mail do lançamento do site.
Ah, podem aguardar alguma estripulia ou promoção de lançamento.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Internauta gasta 7 horas por mês com rede social e 20 minutos com site
O Instituto Nielsen divulgou que os internautas norte-americanos gastaram em janeiro 20 minutos por mês lendo a versão online do jornal The New York Times, contra 12 minutos gastos em jornais locais. Quando o assunto é rede social, porém, o interesse é bem maior: os internautas passam, por exemplo, sete horas por mês no Facebook, maior rede de relacionamentos no mundo. Isso significa que os norte-americanos gastam 40 vezes mais tempo em redes do que em um único site de notícias.
E você? Tá esperando o quê pra cair na rede?
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